Archive for the ‘Novela’ Category

Fã de A Favorita vende DVD contra Flora em leilão

Date Posted: janeiro 16th, 2009 Posted Under: Novela

flora_dvd

Se Flora (Patrícia Pillar) achou que havia destruído a última cópia do DVD que a incriminava sobre a morte de Dante Salvatore (Walmor Chagas), pelo visto ela está enganada. Uma outra cópia ainda existe e estava à venda no site de leilão Mercado Livre.

Tudo é uma brincadeirinha, claro! Bem divertida e divulgada no jornal Extra.

Um usuário do site e fã da novela A Favorita colocou um video, para leilão, com imagens da vilã atirando no médico. O engraçado era a inscrição sobre o produto:

“Dodi perdeu uma das cópias e agora você tem a chance de ter o cobiçado DVD!”.

E ainda, os comentários do vendedor:

“Se você não comprar, outro compra. Se ninguem comprar, eu venderei para a Flora e ela vai terminar a novela na Europa. Quando o jatinho decolar do Brasil, ela dará uma banana lá do alto para o povo brasileiro. Você decide.”

Hilário. Claro que o site tirou a piadinha do ar, mas nada que o cache do Google não ajude a achar. Clique aqui e confira a página!

Via: Noveleiros

Vazou o último capitulo da Favorita

Date Posted: janeiro 16th, 2009 Posted Under: Novela

Se você pensava que quem ia dar um fim na vaca Flora seria o Silverinha, o Halley, Donatella ou qualquer outra pessoa da máfia. Enganou-se!

Quem mata a vilã é o…

[Suspense]

Bom, veja com os seus próprios olhos:

04171

Dr Pepper?????? Adoroooooooo!

A presença de Jeitosinha – Último capítulo

Date Posted: dezembro 23rd, 2008 Posted Under: Novela

jeitosinha - ultimo cap

- O que Bruno lhe disse de tão importante àquela noite? Perguntou Jeitosinha, ansiosa, ao travesti Kátia Trovoada.

- Bom, menina… Ele chegou aqui todo sem gracinha. Estava bem bêbado, mas nem por isso perdeu a timidez.

- Sim… E então? A loira mal controlava suas emoções.

- Então eu perguntei como ele queria, e coisa e tal… Ele me disse que era a sua primeira vez num lugar como esse, e provavelmente a última.

- O que mais?

- Bem, ele disse que não estava à vontade, mas que precisava se colocar a teste… Por amor. Na ocasião, não entendi nada, pensei que era coisa de bêbado, mas agora entendo.

Os olhos de Jeitosinha brilharam:

- Sim! Como não pensei nisso antes? Ele queria saber se conseguiria se adaptar ao meu estranho jeito de amá-lo!

– Ah, Santa… Carinha de quem estava se adaptando ele fez. Emendou Kátia, com um gesto afetado.

- Vou procurá-lo agora mesmo!

Enquanto Jeitosinha corria para os braços de seu amado, Bruno dava um ponto final em sua relação com Adenaíra. Foi uma longa conversa, que terminou num clima cordial.

- Não me leve a mal… Pensei que pudesse esquecer Jeitosinha, mas… É impossível. De alguma maneira, sinto que quando estou com ela tudo parece se encaixar.

- Se eu tivesse sabido antes não teria quebrado o pino do meu Lego. Lamentou Adenaíra.

- De qualquer forma, devo-lhe minha vida. Sou grata pelos dias que passamos juntos e pelos seus cuidados. Espero que um dia você e Jeitosinha possam voltar a se entender.

- Não creio ser possível. Que segredo você guarda sobre ela? Existe algo mais, além da particularidade anatômica?

- Não me force a dizer. Só lhe adianto que sua irmã não é quem parece ser…

Neste momento a porta da sala se abre, de forma dramática.

- Sim, Bruno… Sim, meu amor! Sou sua Jeitosinha! Jamais fui tocada por outro homem que não você!

É claro que aquela altura do campeonato, falar sobre Laura Crowford era perfeitamente dispensável. Aliás, ela era uma mulher…

- Não pode ser… Eu vi você naquele local deplorável!

- Eu vinha sendo chantageada por Arlindo. Mas não cheguei a entrar em ação! É uma longa história meu amor…

Bruno começou a se despir de sua casca de rancor.

- Eu… Eu também só fui lá naquele dia porque…

- Eu já sei… Esqueça, Bruno. Não diga nada. Apenas me beije!

Cabisbaixa, Adenaíra deixou o apartamento de Bruno e seguiu a esmo pelas ruas escuras da Cidade de Contagem. Jeitosinha e seu homem se amaram loucamente, como estavam predestinados a fazer por muitos e muitos anos. Não muito longe dali, uma nave espacial alienígena pousava no matagal.

- Porque voltamos, chefe? Perguntou uma das criaturas verdes.

- Veja com seus próprios olhos! Compramos gato por lebre!

O ET entregou ao colega um exemplar de uma popular revista de mulher pelada.

- Ué… Aquela moça que trouxemos à nave tinha um detalhe a mais…

- Claro! Era um homem disfarçado!

- Como o senhor descobriu?

- Bem, já tínhamos até saído desta galáxia quando resolvi folhear umas revistas que levei de recordação deste planetinha atrasado. Foi aí que me deparei com estas fotos de mulheres nuas e percebi tudo: as fêmeas daqui são, aparentemente, exatamente como as nossas! Tudo indica que estão prontas para reproduzir nossos filhos!

- Que beleza, chefe! O que faremos?

- O óbvio: pegaremos uma outra mulher, nos certificaremos de que ela não tem nenhum complemento indesejável e voltaremos às nossas experiências!

- Então aproveita, chefe.

Disse um dos homens verdes, olhando pela escotilha.

- Vem uma gatona ali!

E foi assim que Adenaíra acabou nas mãos dos extraterrestres. Por mais que os cientistas do outro mundo se esforçassem, continuariam sem entender o mecanismo de reprodução dos humanos. Adenaíra nunca mais foi vista. E como Jeitosinha preferiu guardar segredo sobre sua experiência com os ET’s, o planeta Terra nunca soube que duas irmãs numa surpreendente, manobra do destino, acabaram salvando a humanidade.

Hoje, quem vê na missa dominical Jeitosinha e Bruno, com suas lindas crianças adotadas, nem imagina que por trás daquela aparente normalidade repousa um segredo e uma história surpreendente. E se você acha que os homenzinhos verdes são a parte mais absurda desta saga, é porque não viram Jeitosinha e Bruno em seus momentos de intimidade!!!!


É, infelizmente a saga da Jeitosinha chegou ao fim… Eu achei o máximo e por isso resolvi compartilhar com vcs, espero que tenham gostado. :)

A presença de Jeitosinha – Cap. XXVIII

Date Posted: dezembro 20th, 2008 Posted Under: Novela

jeitosinha XVIII

Alguns dias que se passaram desde a morte de Ambrósio. Adenaíra vinha se recuperando da infecção hospitalar. Bruno a levara para sua casa e a convivência era amigável. A moça se esforçava para transformar aquele apartamento de solteiro em um lar; e o rapaz gostava de sua companhia. Pena que não conseguia esquecer Jeitosinha e ainda sentia um, digamos, “vazio por dentro”, se é que você me entende…

Como era de se esperar, os exames periciais confirmaram que se tratava da letra de Ambrósio no bilhete. Provaram também que as digitais eram mesmo de Arlindo. Impotente diante da armadilha armada pela irmã e diante das péssimas condições da carceragem, o rapaz simplesmente enlouqueceu.

Na casa de Jeitosinha todos se esforçavam para retomar as rotinas de suas vidas.

Adenaíra escrevera contando da operação e de como estava feliz em sua nova condição. Omitira, entretanto, que era hóspede de Bruno.

No bordel de Madame Mary, Jeitosinha buscava superar a perda de seu amado nos braços de Laura Crowford. O treinamento da loira continuava. Na penumbra de seu escritório, a cafetina continuava instruindo Jeitosinha sobre os mistérios do amor e do sexo, mas ainda eram apenas aulas teóricas, o que já estava deixando nossa heroína impaciente.

- Às vezes sinto que a senhora, deliberadamente, está adiando minha estréia profissional. Questionou, um dia Jeitosinha.

Pela primeira vez, a sempre segura Madame Mary pareceu incomodada.

- Que bobagem, querida. Já lhe disse, tenho uma imagem a zelar. Tudo virá a seu tempo.

Jeitosinha vinha se abrindo cada vez mais com a patroa. Chegou a confessar o atentado com a serra elétrica, o plano que incriminou Arlindo e o desejo de se vingar da mãe. Madame Mary a tudo ouvia, sem emitir qualquer opinião.

Naquela tarde, entretanto, encontrou Jeitosinha mais fragilizada do que de costume.

- O que houve, criança? Perguntou a cafetina.

- Não sei o que está havendo comigo, Madame Mary. Disse a loira, com a voz embargada. Talvez seja a falta de Bruno ou o remorso por ter tirado a vida de meu pai. Mas o fato é que estou fraquejando. Começo a achar que talvez mamãe não seja assim tão culpada pelo meu destino. Talvez seja a maior das vítimas, preservando um segredo por tantos anos apenas para poupar a todos da ira de Ambrósio.

- O que você quer dizer com isso? Perguntou Mary.

- Quero dizer que estou cansada de ódio e sofrimento. Vou buscar minha felicidade. E começarei procurando mamãe e dizendo que a perdôo.

- Não creio que você precise procurá-la. Disse Madame Mary, num tom de voz bastante familiar.

A mulher aproximou-se do fraco abajur que iluminava o escritório. Com lágrimas banhando o rosto, retirou sua máscara.

- Mamãe!? É você!? Não pode ser!

- Claro que sou eu, querida. Você acha que com o salário de contínuo do seu pai conseguiríamos criar sete filhos e ainda comprar pra você a coleção completa da Barbie?

- Então é por isso que o meu treinamento nunca terminou! Você não queria prostituir a própria filha!

- Sim… Este foi apenas um dos muitos sacrifícios que fiz por você. Fui eu quem jogou fora os restos mortais de Ambrósio e limpei a bagunça da sala. O telefonema e o bilhete falando da pescaria também foram invenções minhas.

- Então… Papai realmente havia morrido? Espantou-se.

- Sim! Só não me pergunte como ele voltou à vida. Talvez tenha sido um milagre dos céus para poupá-la, Jeitosinha. Você já havia sofrido demais e aquele plano da serra elétrica era simplesmente ridículo. Você deixou suas digitais espalhadas pela casa inteira! O segundo crime foi muito mais requintado, e ainda puniu o chantagista do Arlindo!

Jeitosinha abraçou a mãe, emocionada (imagine uma música melosa, executada por um naipe de violinos…).

Finalmente, quase tudo parecia se encaixar. Era um novo tempo de recomeço. De repente, Jeitosinha percebeu que o bordel nunca fora seu lugar. O que de fato a atraía era o magnetismo de Madame Mary, que não era ninguém menos que Marilena. Não fosse a saudade que sentia de Bruno, tudo estaria perfeito em sua vida.

No final daquela tarde, Jeitosinha se despediu das colegas de bordel.

- Vou tirar um tempo para mim. Preciso repensar minha vida. Talvez volte a esta casa, como auxiliar de mamãe, não sei. O importante é que fiz muitos amigos aqui.

Laura Crowford chorava copiosamente.

- Está tudo acabado entre nós?

- Sim, Laura. Não adianta. Bruno é o meu único amor. Preciso esquecê-lo antes de poder recomeçar com outra pessoa.

Laura pareceu entender. Tanto que deu a Jeitosinha um conselho bem prático:

- Se você o ama tanto, porque não tenta uma reaproximação? Tudo bem, ele pensa que você é uma de nós, mas você, em contrapartida, flagrou-o nos braços da Kátia Trovoada.

Kátia, o traveco moreno que possuiu Bruno, espantou-se:

- Aquele era o seu bofe? Ih, menina… Você está sofrendo a toa.

- Como assim? Surpreendeu-se Jeitosinha.

E Kátia começou a narrar o diálogo que ela e Bruno tiveram antes do ato de amor…

Não deixe de ler o último capítulo…

A presença de Jeitosinha – Cap. XXVII

Date Posted: dezembro 18th, 2008 Posted Under: Novela

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- Eu não matei papai!

Arlindo gritava com a convicção dos inocentes, mas a detetive Alessandra estava impassível.

- Você vai explicar isso ao tribunal. Temos evidências mais do que suficientes para prendê-lo.

- Quais? Quais são as evidências? Perguntou, inconformado.

- Seu pai amanheceu morto, e tudo indica que foi envenenado. Sua mãe percebeu logo no começo da manhã e nos chamou. Enquanto você dormia, procuramos pistas pela casa e encontramos no fundo de sua gaveta de cuecas o frasco de um veneno muito eficaz.

- Não pode ser!

Interrompeu o encrencado Arlindo.

- Alguém colocou isso lá para me incriminar!

Alessandra sorriu, com sua frieza habitual.

- Não adianta, Arlindo… É melhor confessar. Você não contava com isso, mas seu pai, prevendo o seu trágico destino, escreveu uma carta.

A moça fez um sinal com os dedos e um dos assistentes entregou-lhe o pedaço de papel. Alessandra prosseguiu.

- Estava no bolso do pijama de Ambrósio. Veja o que diz:

“Se alguém encontrou esta carta, provavelmente já estarei morto. O fato é que recobrei minha memória. Arlindo, meu filho mais velho, foi o responsável pela primeira tentativa de assassinato. Ainda não sei o que farei, mas como ele pode tentar de novo, deixo registrada esta denúncia. Arlindo nunca me perdoou por uma grande surra que lhe dei em sua adolescência, e nunca me perdoou por gostar mais de Jeitosinha. Percebendo que eu finalmente começava a me lembrar de tudo, passou a me ameaçar. Tenho medo de procurar a Polícia. Aliás, como me tornei um monstro, não faz tanta diferença estar vivo ou morto. Tudo o que desejo é que, caso dê cabo de minha vida, o cruel Arlindo seja punido”.

Ambrósio assina a carta.

- É claro que ainda faremos um exame grafotécnico…

- Não pode ser! Este bilhete é forjado! Você verá! Disse o primogênito de Ambrósio e Marilena.

- Há ainda uma terceira pista. Completou Alessandra.

- Existe este copo, encontrado ao lado da cama do seu pai, com resíduos do mesmo veneno encontrado em seu quarto, dissolvido em suco de groselha. Nele, há digitais de duas pessoas diferentes.

- “Sim!”. Pensou Arlindo.

- “Agora eu entendo! Foi Jeitosinha! Ela me serviu uísque, ontem, neste mesmo copo. Como ela usava luvas, só as marcas de meus dedos estão no vidro!”

Em pânico e tremendo de ódio, Arlindo apontou para a irmã:

- Foi ela! Ela é uma farsa! Um travesti maníaco e assassino! A senhora ouviu, detetive. O nosso próprio papai disse isso!

- Seu pai estava muito abalado. Este tipo de confusão é comum. Mesmo sem querer, Jeitosinha era o pivô dos desentendimentos. Talvez por isso ele a tenha visto em seu delírio. Agora… Que história é essa de travesti?

Alessandra dirigiu a pergunta a Marilena.

- Arlindo está tentando confundi-la, detetive.

A mãe não perdeu a chance de socorrer a filha naquele momento dramático.

- Quer comprovar? Disse Jeitosinha, contando com a negativa de Alessandra.

- Não é preciso, querida. Sei bem como são os homens. Estão sempre tentando encontrar algum defeito nas mulheres bonitas…

Alessandra dirigiu-se aos assistentes e ordenou:

- Levem-no. Vamos esperar o exame da letra no bilhete e das marcas no copo. Você vai aguardar na cadeia o resultado, Arlindo. E caso se comprove a evidência, não sairá de lá tão cedo.

Debatendo-se e gritando, o cruel Arlindo foi recolhido ao camburão. Os policiais deixaram a casa e Marilena finalmente demonstrou sua dor num choro convulsivo. Na verdade sentia-se aliviada pelo fim de Ambrósio, mas não se conformava com o fato de que um de seus filhos tivesse assassinado o homem.

- Jeitosinha… Por que Arlindo tentou incriminá-la?

- Você sabe que ele me odeia, mamãe.

Jeitosinha estava calma e segura. Beijou suavemente o rosto de Marilena e foi para o quarto, já pensando no próximo ato de seu circo de horrores.

ÚLTIMOS CAPITULOS DE JEITOSINHA. IMPERDÍVEL

A presença de Jeitosinha – Cap. XXVI

Date Posted: dezembro 17th, 2008 Posted Under: Novela

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Jeitosinha entregou ao pai uma caneta e um pedaço de papel.

- Assine esta folha em branco.

- Ma-mas… Filha… Você sabe que eu não tenho nenhuma posse.

- Apenas assine!

Meio vacilante Ambrósio escreveu seu nome no papel.

- Pronto. Estou livre agora?

- Sim.

Disse a moça, sorrindo sarcasticamente.

- Tenha bons sonhos.

Jeitosinha foi para seu quarto e esperou pacientemente que todos voltassem para casa. A mãe, que sempre se envolvia nas atividades da Igreja, voltou de uma novena. Os irmãos foram chegando, um a um, se amontoando em volta da TV, como sempre faziam. Normalmente Arlindo, mais arredio, preferia ficar lendo em algum canto da casa, até que todos se recolhessem. Era a hora em que finalmente tinha a sala só para ele e ficava zapeando nos canais de TV.

No silêncio da madrugada, Jeitosinha aproximou-se de Arlindo, vestida como uma Diva do cinema. O longo vestido negro, que exibia seus ombros e expunha parte dos seios… A abertura lateral, por onde se podia ver furtivamente a longa extensão de sua perna esquerda. O par de luvas cobrindo os braços até além do cotovelo. Tudo remetia a inesquecível Gilda.

Arlindo surpreendeu-se com a maturidade da beleza da irmã, que trazia num copo uma dose de uísque on the rocks.

- Sabe, irmão, às vezes a felicidade chega até nós por caminhos estranhos…

- O que você quer dizer? Espantou-se.

- Quero dizer que encontrei meu verdadeiro “eu” no bordel de Madame Mary. E devo isso a você.

Jeitosinha sorveu um gole generoso de uísque e ofereceu o copo ao irmão.

- Beba comigo. Vamos selar com esta dose de uísque a paz entre nós.

Arlindo pegou o copo com desconfiança. Mas a irmã acabara de provar da bebida, descartando a possibilidade de que ele estivesse envenenado.

Nervoso, ele bebeu todo o líquido do copo, devolvendo-o à loira. Jeitosinha pegou uma pedra de gelo e passou provocativamente no pescoço e nos seios. Depois, debruçou-se sobre Arlindo, alisou sua coxa direita e, tocando os lábios em seu ouvido esquerdo murmurou:

- Amanhã, irmão querido, todos nós começaremos uma vida nova.

A loira disse esta frase enigmática e se retirou. O cruel Arlindo chegou a pensar que sua irmã estava tão desequilibrada, quanto o pai. Mas logo voltou a entreter-se com um barato filme de TV exibido pela Globo, antes de mergulhar em um sono profundo.

No hospital público, Adenaíra abria os olhos:

- Bru-Bruno… Pensei que tinha sido um sonho.

- Estou aqui. Estou te esperando. A frase brotou sem nenhuma convicção.

- Me-me esperando? Perguntou a nova irmã de Jeitosinha.

- Sim. Você precisa lutar. Precisa superar esta doença. Vou estar ao seu lado.

- Oh, Bruno! Você vai me dar uma chance?

- O tempo dirá. Por enquanto, prometo-lhe apenas minha atenção e minha amizade.

- Você não sabe como este simples fio de esperança me deixa feliz! Disse a moça, já com uma certa luz no rosto pálido pela febre.

Na manhã seguinte, Arlindo acordou no mesmo sofá onde bebera com Jeitosinha. Mas estava cercado por policiais e algemado. No comando da operação, a detetive Alessandra dirigiu-se a ele mostrando no semblante a realização pelo dever cumprido.

- Você está preso.

- Ma-mas… Eu não fiz nada! Espantou-se o rapaz.

- Qual a acusação?

- Assassinato!

- Não! O grito de Arlindo ecoou pela sala…

Quem morreu?

Tente juntar as peças e entender o plano de Jeitosinha! Últimos capítulos deste intrigante e macabro caso!

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