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Por que dar na primeira vez?

Date Posted: janeiro 31st, 2010 Posted Under: Videos

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Humorista Mhel Marrer no Humor na Caneca do Programa do Jô.

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Peito e culhões

Date Posted: dezembro 18th, 2009 Posted Under: Bicho homem

Há uma distinção médica clara. Todos ouvimos falar em alguém ter peito ou ter culhões, mas você sabe REALMENTE a diferença entre ambos?  

Vamos tentar esclarecer onde eles se diferenciam:

PEITO – É chegar em casa tarde da noite, após uma balada com os
amigos, e ser recebido por sua mulher segurando uma vassoura, e
ter peito de perguntar: “Ainda está limpando a casa, ou vai voar para
algum lugar?”

CULHÕES – É chegar tarde da noite em casa, após uma balada com os
amigos, cheirando a perfume e cerveja, batom no colarinho, e ter culhões
de dar um tapa na bunda da sua mulher e dizer “Você é a próxima, gorducha!”

Esperamos ter esclarecido qualquer confusão sobre as definições.

Porém, clinicamente falando, não há diferença no resultado. Ambos terminam  em morte.

Nada de brigas…

Date Posted: dezembro 16th, 2009 Posted Under: Diversos

Quando seu namorado ou sua namorada, marido ou esposa ou alguém significante te faz alguma coisa que você fica bravo(a), não caia na tentação de discutir e brigar.
Apenas conte até 10, permaneça calmo(a) e depois que ele(a) for pra cama cole seus chinelos com Super-Bonder no chão.

Vingança é um realmente um prato que se come GELADOOOOO!

noname

Erudição Etílica

Date Posted: dezembro 16th, 2009 Posted Under: Imagens

image002[1]TRADUÇÃO CLÁSSICA:
 
CÚ DE BÊBADO NÃO TEM DONO!

Alguém viu novembro chegar?

Date Posted: novembro 11th, 2009 Posted Under: Emprestados

O desafio da aceleração do tempo
Levei um susto quando ainda na última semana de outubro entrei num shopping center e já o encontrei inteiro decorado para o Natal. Na porta havia um enorme Papai Noel me dando boas-vindas! Que mundo é este? O ano mal começou e as pessoas já estão no clima de Natal, de final de ano!
 
Há muitas explicações para esta sensação que temos de que o tempo está andando mais rapidamente. Uma delas é a de que o excesso de informação e os meios de transporte cada vez mais velozes são dois grandes responsáveis por esse sentimento de que o ano mal começa e já acaba. Fazemos num dia o que nossas bisavós só conseguiriam fazer em um mês. Perdemos a tolerância com a espera. Queremos tudo instantaneamente. Se não atendermos ao telefone até o segundo toque, quem chamou o desligará com impaciência. A pressa virou amiga da perfeição num mundo que quer tudo pra ontem.
 
Para viver neste mundo é essencial que saibamos dar qualidade ao que fazemos. Como tudo é muito acelerado e impermanente, temos que aprender a nos concentrar em cada momento de nossa vida fazendo as coisas com sentimento de fazer. Temos que reaprender a prestar atenção a cada instante para que ele tenha qualidade. O hábito de concentrar nossa atenção ao que estivermos fazendo poderá minorar a sensação de que o dia passou, a semana passou, o mês passou, o ano passou e pouco ou nada fizemos de valor ou do que gostaríamos de ter feito.
 
Temos que retreinar nossa mente para a concentração ao momento presente, ao que estivermos fazendo. Temos que reaprender a prestar atenção em quem estiver falando; em prestar atenção no que estivermos comendo ou bebendo; a dar atenção a nossos filhos, esposos, pais, amigos. Temos que aprender a revalorizar as coisas essenciais e selecionar o que assistimos, o que lemos, onde vamos. E além de selecionar é preciso sintetizar o que selecionamos para que transformemos a vida em experiência de aprendizagem e qualidade crescentes. Não basta correr por correr. Ser ágil e veloz é positivo desde que saibamos onde queremos chegar e por quê.
 
Assim, é preciso arranjar tempo para pensar, planejar, orar, amar. É preciso viver. E sem concentrar a atenção nas coisas essenciais de cada momento, vegetaremos sem consciência crítica, sem qualidade de vida e estaremos nos desqualificando de nossa condição humana.
 
Preste atenção! Doe-se ao momento presente. Faça tudo com sentimento de fazer.

Luiz Marins

Escolhendo a escada

Date Posted: outubro 30th, 2009 Posted Under: Publicidade, Videos

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A ação, feita em conjunto pela agência de publicidade DDB e pela Volkswagen, foi implantada em um metrô de Estocolmo, na Suécia.
Imagine que você está descendo as escadas do metrô, como faz habitualmente todos os dias, e começa a ouvir sons de piano, tocados em ritmo que vai de acordo com os seu passos. Essa foi a proposta da agência de publicidade DDB em uma parceria com a Volkswagen.
As duas empresas se reuniram para criarem um experimento chamado, Fun Theory (algo como “teoria divertida”, em inglês), uma tentativa bem ambiciosa de tentar mudar os hábitos sedentários dos moradores da capital da Suécia, Estocolmo.
Para isso, transformaram as escadas de uma estação de metrô em um piano, o que aumentou surpreendentemente o uso das escadas em 66%. O resultado você confere no vídeo.

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